Síntese da matéria dada
1.Um Auto de Gil Vicente
1.Um Auto de Gil Vicente
trata-se de:
⬇
uma mistura dos estilos,pela conviniência e debate dos registos dramáticos mais opostos que vão do monólogo trágico á farsa,passando pelo melodrama ou pela alta comédia.Nota importante!!
Trata-se de um drama dentro de um drama uma vez que na peça são realizados ensaios até árepresentação da peça "As Cortes de Júpiter"
O Romantismo
possuí caracteristicas que o distinguem
tais como:
- Egotismo
- Sentimentalismo
- Ânsia de liberdade
- O mal du siécle(o Pessimismo,melancolia,a volupia(masuquismo) do sofrimento,a busca da solidão
- Evasão ou seja a fuga para a realidade e o desvaneio
- Valorização do exótico e distante
- Nacionalismo
- Idealização da mulher( que remete quer ao anjo quer ao demónio)
Características formais:
-É utilizada uma verificação mais variada e popularizante de modo a obter uma maior proximidade com o leitor
-Abandono da mitologia e da retórica greco-romana.
-Pontuação expressiva(espalha o estado emocional do sujeito poético)
-Recurso a figuras de estilo que transmitam a torrente de emoções do sujeito poético,por exemplo a hiperbole(e a antitese)
O teatro de Garrett
-Reforma do teatro nacional
-Decadência e reorganização do teatro nacional,segundo o prefácio de"Um Auto de Gil Vicente"
-falta de gosto por parte do público
-D.Sebastião desprezava as repreensões teatrais
Um Auto de Gil Vicente
" O drama de Gil Vicente que tomei para título deste não é um episódio e o assunto mesmo do meu drama;e o ponto em que se enlaça do qual se desenlaça depois da ação (...)eu não quis fazer um drama,sim um drama dentro de outro drama,e ressusitar Gil Vicente e ver se ressuscitava o teatro"
Estrutura
Estrutura Externa
Ato I-Sintra
Ato II-Lisboa,Paços da Ribeira
Ato III-Lisboa,Galeão
Estrutura Interna
- Exposição-cenas I a IV do Ato I
- Conflito-cenas V do Ato II cena XI do Ato III
- Desenlace-cenas XII a XIV do Ato III
Relação entre a estrutura interna á estrutura externa
Ato I-Sintra-alusão á partida de D.Beatriz e do cortejo que a acompanharara-preparação da representação
Ato II-Lisboa-As Cortes de Júpiter
Ato III-recâmara do Galeão-partida de D.Beatriz e separação dos amantes
Ato III-recâmara do Galeão-partida de D.Beatriz e separação dos amantes
Estrutura e os objetivos do autor
Argumento - casamento de D.Beatriz,filha de D.Manuel,com Duque de Saboia
Intriga amorosa
Nacionalismo romântico
- plano teatral-revelação aos italianos de superioridade dos portugueses no campo da cultura teatral
- plano de fundo-"má vontade"-entre embaixadores estrangeiros e atores portugueses
Encaixe- apresentação pela 1ª vez de "As Cortes de Júpiter" de Gil Vicente na festa de D.Beatriz
⬇
Motivo que rege todo o drama
A ação torna-se una pelo encadear dos vários planos
Simbologia
Anel
- união
- efinidade
- objeto mágico-é restituido por uma moura ex-encantada durante a representação de "As Cortes de Júpiter",Ato II,cena XI
A peça atinge o seu climax na cena XI uma vez que se dá o fim do conflito
Folhas caídas é uma compilação de poemas de carácter humano, sendo todos de uma poesia confessional, uma vez que são poemas que transmitem a veracidade das emoções de cada seu estado de espirito,sendo que cada poema corresponde a um estado de espirito diferente.Inicialmente dissera que não voltaria a escrever mas a vida trocou-lhe as voltas e a vontade de escrever falava mais alto uma vez que tinha a necessecidade de expressar o que sentia.
2-Folhas Caídas
Simbologia do título
Simbologia do título
Outono da vida
- outra visão do seu fim
- (mais intensa da realidade)
Em folhas caídas está presente:
-Percursores do Simbolismo como:
- Aliteração
- Assonância
- Rima Interna
- Sinestesia
*Sinestesia-aproximação devido á atração
-De sabor medieval e /ou popular
- Redondilha maior
- Refrão e parelelismo
- Variedade métrica
- Variedade rimática(cruzada,emparelhada e interpolada)
- Linguagem de fácil compreensão(aparentemente espontânea) e marcada pela emotividade(cf.pontuação)
- Marcas de narratividade(inclui elementos tais como numa narrativa)
- Estilo coloquial(marcas de oralidade)
- Exploração original de recursos estílistico(gradação,atintese,sinestesia,entre outros)
- Pontuação ao serviço do dramatismo,sublinhando as pausas naturais do discurso
Verifica-se também
-Abandono dos géneros clássicos
-Função apelativa da linguagem
- Parateatralidade~
Linhas de leitura de "Advertência" a Folhas Caídas
(Advertência-elemento paratextual)
ADEUS
-Dificil despedida
-Considerava-se inferior á sua amada sendo que este não a mercera e uma vez que ela se tratava de uma figura idealizada não o merecia porque ela pertencia ao céu e ele á terra(trevas).Sendo de mundos opostos ainda que dificil tinha de se despedir ainda que tivesse de abdicar de todo o seu amor.
-Poema de despedida-antecede um espécie de analepse narrativo que nos dá conta de um caminbho percorrido pelo «eu» e pelo «tu».
-Este poema inicia-se e termina com uma alusão nítida ao momento presente"Adeus!para sempre adeus.",v.1,"Oh,vai,vai,deixa-me,adeus!",v.106),recordandi o passado que o justificará
Para além disso entendemos o cíume que ele sente por imaginar o futuro amante da sua "estrela divina" e percebemos isso através de expressões que transmitem esse mesmo sentimento
Ele cria um diálogo tu-eu,onde o eu diz o que ele quer ouvir
Faz muitas perguntas retóricas e serve-se de hipérboles para salientar e/ou reforçar a ideia do que sente.
Não conseguia dormir devido ao imenso amor que vivia dentro de si("olhos encurvado") que nos fáz perceber que é um romântico e por consequ~encia uma pessoa co tendência para dramatizar.
"Não deites pérolas a porcos"-é o ditado mais apropriado para descrever a sua situação amorosa e a relação eu-tu
desafio-ousava amar uma estrela divina porém como anteriormente referido era impossivel ter uma relação ou até estar com ela uma vez que ele não merecia essa divindade.
3-Alexandre Herculano e a sua obra"Eurico ,o Presbítero"
Linhas de leitura de "Advertência" a Folhas Caídas
(Advertência-elemento paratextual)
- Tom coloquial-tentativa de aproximação ao leitor
- O poeta sente a necessidade de justificar a publicação de "As Folhas Caídas"(Garrett tinha 54 anos de idade(1853)-mesmo no "inverno da vida" haveria de ser poeta "em tudo".
- As Folhas Caídas foram inspiradas por um deus a quem o autor consagrou"Ignoto deo"
- O poeta é louco por isso aspira sempre ao imposssivel.
- As Folhas Caídas"representam o estado de alma do poeta nas variadas,incertas e vacilantes oscilações do espírito.
- O mundo material e o poético são incopatíveis,mas o que prevalece é o espírito(poesia) e não a matéria.
- Nos poetas,apenas o corpo é mortal,a poesia não.
"E aqueles que por obras valerosas/se vãoda Mortelibertando"-Camões, "Os Lusíadas",I,2(Proposição)Garrett via Camões como referência e ambos tinham algumas semelhanças que se refletiam na escrita de cada um.
ADEUS
-Dificil despedida
-Considerava-se inferior á sua amada sendo que este não a mercera e uma vez que ela se tratava de uma figura idealizada não o merecia porque ela pertencia ao céu e ele á terra(trevas).Sendo de mundos opostos ainda que dificil tinha de se despedir ainda que tivesse de abdicar de todo o seu amor.
-Poema de despedida-antecede um espécie de analepse narrativo que nos dá conta de um caminbho percorrido pelo «eu» e pelo «tu».
-Este poema inicia-se e termina com uma alusão nítida ao momento presente"Adeus!para sempre adeus.",v.1,"Oh,vai,vai,deixa-me,adeus!",v.106),recordandi o passado que o justificará
Para além disso entendemos o cíume que ele sente por imaginar o futuro amante da sua "estrela divina" e percebemos isso através de expressões que transmitem esse mesmo sentimento
Ele cria um diálogo tu-eu,onde o eu diz o que ele quer ouvir
Faz muitas perguntas retóricas e serve-se de hipérboles para salientar e/ou reforçar a ideia do que sente.
Não conseguia dormir devido ao imenso amor que vivia dentro de si("olhos encurvado") que nos fáz perceber que é um romântico e por consequ~encia uma pessoa co tendência para dramatizar.
"Não deites pérolas a porcos"-é o ditado mais apropriado para descrever a sua situação amorosa e a relação eu-tu
desafio-ousava amar uma estrela divina porém como anteriormente referido era impossivel ter uma relação ou até estar com ela uma vez que ele não merecia essa divindade.
3-Alexandre Herculano e a sua obra"Eurico ,o Presbítero"
- autor de primeira geração do Romantismo português
- Nascido em Lisboa 1810
- fez curso de Diplomática
- Revista Panorama
Escritor da obra"Eurico,o Presbítero"
A sua obra"Eurico,o presbitero"
Eurico-personagem individual-monge,poeta e cavaleiro
critica ao selibato:
"Que sentido faz o Selibato se não passamos todos de seres humanos com sentimentos,emoções e desejos?!"
-favorece as mulheres e coloca a questão: se elas são algo divino porque é que alguém ligado á religião não tinha direito a tê-las?porquê viver tamanha solidão?
A ficção presente na obra permitiu a Alexandre Herculano criticar esta injustiça de quem tem de cumprir o selibato.Através disso conseguia dar voz aos que permaneciam em silêncio e que sofriam devido ao juramento que haviam feito para com a religião que os impediam de viver um amor prendedo-os no seu próprio corpo para o resto da sua vida.
Na obra está presente sobretudo
-Amor impossivel
-Feitos épicos como batalhas e resgates
Mais acerca da obra
Mais acerca da obra
- Texto hibrido-"crónica poema ou o que quer que seja"
- Período Visigótico-tempos homéricos da História da península ibérica
-sensibilidade mística -ciência do historiador
-vida solitária de um monge
-vida solitária de um monge
- Herói romântico e em conflito
Sem comentários:
Enviar um comentário